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	<title>Perspectivas Abertas</title>
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	<description>Servem-se pequenas e saudáveis doses de ódio e ciência com aroma a baunilha.</description>
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		<title>De olhos bem fechados</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 22:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Eyes Wide Shut]]></category>
		<category><![CDATA[Stanley Kubrick]]></category>

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Vi o último filme que o Stanley Kubrick fez, o Eyes Wide Shut de 1999, e esta é a review que consigo fazer neste momento. Eyes Wide Shut é um filme que não percebi. É um filme sobre algo que não sei descrever. Roça a pornografia mas não é pornográfico. É o único filme que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://i909.photobucket.com/albums/ac292/MiguelPG/291-Eyes-Wide-Shut1.jpg"><img class="alignnone" src="http://i909.photobucket.com/albums/ac292/MiguelPG/291-Eyes-Wide-Shut1.jpg" alt="" width="600" /></a></p>
<p>Vi o último filme que o Stanley Kubrick fez, o <em>Eyes Wide Shut</em> de 1999, e esta é a <em>review</em> que consigo fazer neste momento. <em>Eyes Wide Shut</em> é um filme que não percebi. É um filme sobre algo que não sei descrever. Roça a pornografia mas não é pornográfico. É o único filme que vi com o Tom Cruise em que vejo o filme e esqueço-me que o actor principal é o Tom Cruise. Quando eu disse que o <em>Moon</em> dava uma sensação claustrofóbica, eu estava errado, e retiro o que disse, este é o filme que é realmente claustrofóbico, e diga-se de passagem, não se limita a isso. Aquelas partes, supostamente assustadoras, com os teclados como música de fundo, não são só supostamente assustadoras, metem a maioria dos filmes de terror a um canto. A atenção ao detalhe é cinco estrelas, como sempre, o Kubrick é mestre em iludir das premonições que faço aos filmes dele, quer antes do filme quer durante o filme. Por fim, e por mais chocante que isto me pareça, sim a mim mesmo, é bem possível que este seja o melhor filme que ele fez. Só não o afirmo como verdade, porque vou levar bastante tempo a digerir o que acabei de ver.</p>
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		<title>O Desenho Económico</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 12:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Criacionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Darwin]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[Evolução]]></category>
		<category><![CDATA[John Hartnett]]></category>
		<category><![CDATA[Kent Hovind]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou de volta, e também estou de volta com os meus amáveis posts sobre criacionismo. Pelos vistos os amigos do John Hartnett e do nosso sempre querido Kent Hovind trabalham bem e nunca decepcionam nas suas pseudo-teorias. E ao fim de um dado tempo lá arranjam uma boa dose de non-sense a volta de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou de volta, e também estou de volta com os meus amáveis posts sobre criacionismo. Pelos vistos os amigos do John Hartnett e do nosso sempre querido Kent Hovind trabalham bem e nunca decepcionam nas suas pseudo-teorias. E ao fim de um dado tempo lá arranjam uma boa dose de non-sense a volta de uma destas &#8220;hipóteses científicas&#8221;. Hoje voltamos ao Desenho Inteligente.</p>
<p>Esta parte de um dos temas essenciais para quem já ouviu falar na teoria da evolução, os órgãos homólogos. Para quem não sabe o que são órgãos homólogos digamos que são órgãos de diferentes seres que têm características semelhantes, mas podem ter funções diferentes, e a explicação para isso é de que provêm de um ancestral comum, claro que para aceitar isto têm de ser uns daqueles hereges do pior que acreditam no Darwin, como por exemplo, eu. Existem centenas de exemplos, mas o melhor é mesmo dar uma vista de olhos a uma imagem que roubei a Wikipédia inglesa:</p>
<p><a href="http://i909.photobucket.com/albums/ac292/MiguelPG/Handskelett_MK1888.png"><img class="alignnone" src="http://i909.photobucket.com/albums/ac292/MiguelPG/Handskelett_MK1888.png" alt="" width="600" /></a></p>
<p><em>O pesadelo do criacionista, este antes de se deitar olha para debaixo da cama para ver se não está lá nenhum órgão homólogo.</em></p>
<p>O meu exemplo favorito, e que alguns de vocês já devem conhecer é a existência de um osso, a Pélvis, nas baleias. Neste caso trata-se de um órgão homologo, mas totalmente inútil para a baleia, e por isso designa-se de órgão vestigial. Ainda existem casos de órgãos análogos, que são diferentes dos outros, e que são por exemplo as asas de um morcego e de uma ave. A diferença é que apesar de os órgãos terem funções iguais provêm de origens diferentes, ou seja as aves descendem dos dinossauros que são praticamente répteis, por outro lado os morcegos descendem de mamíferos, daí que os órgãos não sejam semelhantes.</p>
<p>A questão desta vez tem foco em especial nos órgãos vestigiais e homólogos em que os nossos adorados defensores do desenho inteligente mostram que são resultado de algo a que chamaram de desenho económico. Por outras palavras Deus, o ser omnipotente e omnipresente senhor de tudo e mais alguma coisa e, claro, desenhador-mor. É forçado a usar uma série de modelos criados por ele, mas que talvez por compaixão ou alguma forma de nostalgia não lhes pode remover partes que já não lhes convém, como a pélvis na baleia, e por isso deixa-os lá.</p>
<p>A analogia feita por estes é que em certos casos na indústria, os seres humanos fazem uso intensivo deste tal de desenho económico. O que não deixa de ser verdade, contudo os seres humanos nestes casos dependem de algo, que é a economia, e por isso por vezes são forçados a criar produtos baseados nesse princípio. Ainda assim, não me recordo de nenhum caso em que se tenha feito algo relativo a isto num produto em que este tivesse uma característica que lhe fosse totalmente inútil. Agora, afirmar que Deus está limitado da mesma forma que os humanos, é no mínimo decepcionante para estes nossos amigos, sempre esperei que fosse minimamente superior&#8230;</p>
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		<title>A Nave Vasco da Gama #6</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 19:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Nave Vasco da Gama]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de começar a sexta parte desta minha ficção cientifica que ficou em banho-maria durante mais de um ano, as minhas desculpas a todos os que deixaram comentários na altura mostrando interesse no que escrevi. Tenho a dizer que não continuei porque senti que a tinha deixado numa situação de bloqueio. Lá dei uma atinadela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Antes de começar a sexta parte desta minha ficção cientifica que ficou em banho-maria durante mais de um ano, as minhas desculpas a todos os que deixaram comentários na altura mostrando interesse no que escrevi. Tenho a dizer que não continuei porque senti que a tinha deixado numa situação de bloqueio. Lá dei uma atinadela aos dois primeiros episódios para me facilitar a vida. Muito resumidamente, o que aconteceu até agora, e que não recomendo que vejam com demasiada atenção os episódios anteriores, visto que estão recheados de incoerências e erros.Ao que importa: um português o Capitão Hermenegildo Oliveira, foi enviado para o futuro. Enquanto estava na nave, cujo nome está no título do post, houve um problema técnico e por isso foi levado para um futuro mais remoto que o esperado. Chegado ao futuro foi atacado e quase morto por uma das facções deste meu futuro pós-pós-apocalíptico, sendo salvo por outra, e estando a espera de ser atendido por aquele a que chamam de presidente.</em></p>
<p>Os primeiros raios de Sol entravam pela mansão presidencial, acordando o capitão. Meio ensonado procurou pelo seu companheiro e guia, mas do qual não havia qualquer sinal de existência. Levantou-se e fez uma pequena análise pelo quarto, a tentar perceber o que raio se passava, com uma boa dose de nervosismo a correr-lhe pelas veias. Enquanto olhava para a cama onde supostamente deveria estar o outro, batem a porta:</p>
<p>- Sim?</p>
<p>- Capitão Oliveira, está na hora de ver o presidente.</p>
<p>- Está bem, já vou.</p>
<p>Ao sair da porta é agarrado pelos braços pelos dois guardas que o esperavam e arrastado ao longo de corredores. Os dois param em frente a uma grande porta bem trabalhada, abrem-na e atiram-no para dentro da sala por trás da porta, fechando-a de seguida. Lá dentro ouve alguém a tocar uma composição clássica que não conseguiu identificar. A sala era escura, e apesar de ter vidros estes eram tão escuros que só algumas partes da divisão eram iluminadas num forte tom azulado. Ao olhar em direcção ao som do órgão e do seu tocador, só consegue ver um vulto a mexer-se enquanto tocava. Ao sentir-se observado, a pessoa no vulto para de tocar, e volta-se na cadeira para o seu observador:</p>
<p>- Finalmente, nos encontramos Capitão Oliveira. Espero que tenha gostado dos aposentos oferecidos pela minha graça. E, aproveito para lhe pedir desculpas pela brutidade de alguns dos meus servos. Deixe-me apresentar-me, sou o presidente, o único membro do escalão N1. Prevejo que tenha algumas dúvidas em relação a tudo o que se lhe sucedeu, desde que deixou o ano de 2090, estou certo?</p>
<p>- Sim&#8230;</p>
<p>- Então, não se deixe intimidar, pergunte o que quiser, e deixe-me que lhe lembre que em comparação ao comum dos mortais esta é uma oportunidade única.</p>
<p>- Bem&#8230; Nem sei por onde começar&#8230;</p>
<p>- Que tal começarmos pelo princípio? Medindo pela sua acenação, creio que este é o melhor caminho a seguir. Primeiro deve-se estar a questionar porque veio ter a um futuro tão distante dos originais 31 anos. Isso deve a uma acção pouco ponderada pela agência espacial governamental indiana, que decidiu capturar um asteróide, cuja composição era maioritariamente cobre, algo muito valioso, no seu tempo como certamente sabe. A captura do dito astro só foi possível com a utilização do maior dos seus cargueiros espaciais, que por mero acaso, se cruzou na trajectória da sua nave, dez anos depois de ter iniciado a sua missão. Como sabe os sensores da nave estavam feitos para contar voltas, que seriam dadas a base localizada na Ota. Tal fez com que chegasse até nós.</p>
<p>- Ok&#8230; Isto ainda é de manhã, tenho de ser capaz de digerir o que me acabou de dizer&#8230; Obrigado de qualquer das formas, já agora posso perguntar o que aconteceu ao mundo, porque as coisas estão como estão?</p>
<p>- Refere-se a diferença do ambiente e de outras questões que deve ter observado actualmente, desde que aterrou. Creio que se lembra de um projecto considerado utópico anunciado alguns anos antes de ter partido pelo governo americano que o tornaria o único e mais que suficiente produtor de energia eléctrica do mundo.</p>
<p>- Sim. Era tido como uma novidade excelente, visto que tinham muita terra deserta. Além de que com o projecto de ilhas artificiais de baixo custo que tinham em plano as populações não teriam de ser deslocadas.</p>
<p>- Exactamente. Acharia surpreendente se lhe disse que conseguiram fazê-lo somente 10 anos após o início da sua missão?</p>
<p>- Surpreendente?  Deve estar a brincar! Nem tenho palavras claras para expressar o meu espanto. Isto era tido como uma super utopia, como a energia nuclear de fusão, que nunca conseguimos fazer, sendo que esta ainda era melhor por resolver todos os problemas energéticos e mais alguns.</p>
<p>- Sim, a verdade é que realmente aconteceu. Todos os países independentemente das suas opções políticas pagariam com produtos aos Estados Unidos, e em troca receberiam uma dada quota energética.</p>
<p>- Não vejo problema nenhum nisso&#8230;</p>
<p>- Talvez seja, porque não sabe que houve um problema com o sistema.</p>
<p>- Como assim? Não funcionou?</p>
<p>- Tecnicamente falando, funcionou. O sistema operou durante algumas semanas sem qualquer problema. Operou durante o tempo suficiente para que todos desligassem os sistemas de produção energética alternativos, e se instalasse uma grande confiança no novo sistema. E antes de continuar, sabe qual foi o grande desafio que os humanos enfrentaram no século XXI pelos seus actos inconscientes, na procura incessante de energia?</p>
<p>- O aquecimento global?</p>
<p>- Sim, acabar com o aquecimento global. E sabe como foi conseguido?</p>
<p>- Pelos métodos de captura de gases poluentes lançada na década de 50. Sendo que o único país que ficou a utilizar métodos arcaicos na produção eléctrica foi a China. E como único país nesse estado não vejo o problema. Também a floresta amazónica foi reflorestada, e que na altura ocupava 95% da América do Sul, e também me lembro da reflorestação Africana que foi conseguida com a construção de uma série de pontes que ligavam a América do Sul ao continente africano.</p>
<p>- Sim, confirmo-o.</p>
<p>- Então o que aconteceu?</p>
<p>- Nove semanas após a utilização do sistema global de controlo meteorológico e energético, chocou com a Terra um meteorito&#8230;</p>
<p>- E provocou danos tão grandes? O sistema Star Wars não devia ter arrumado com ele, se ele era uma ameaça?</p>
<p>- Aparentemente não provocou danos. E era demasiado pequeno para que o Star Wars fosse activado. Teoricamente só iria fazer uma pequena cratera na Amazónia, e talvez um pequeno fogo, segundo os especialistas.</p>
<p>- E não fez?</p>
<p>- Sim. O que não sabiam é que dentro do meteorito existia uma colónia de bactérias&#8230;</p>
<p>- Bactérias extra-terrestres?</p>
<p>- Cinco anos depois de partir, foram descobertas colónias de bactérias nas nuvens de Vénus. Voltando ao que interessa, as colónias de bactérias extra-terrestres, como lhes chama, tinham uma complexidade enorme e um ciclo de reprodução extremamente acelerado. Visto que as moléculas necessárias a sua reprodução eram muito semelhantes as das plantas que existiam nas florestas. A medida que se iam reproduzir libertavam metano. Um ciclo de devastação havia começado, a medida que as plantas eram consumidas mais metano era libertado, creio que saiba o metano é um gás que provoca o efeito de estufa.</p>
<p>- Sim.</p>
<p>- Pois bem. Se lhe perguntar quanto tempo as bactérias levaram a chegar a África por intermédio das pontes atlânticas, quanto tempo prevê?</p>
<p>- Sei lá. Alguns anos?</p>
<p>- Treze horas. Cinco horas depois de chegarem a África, os sistemas de captura de metano foram activados. Contudo não foram eficazes no tempo previsto. As quantidades de metano na atmosfera aumentaram as temperaturas médias muito rapidamente.</p>
<p>- Estamos a falar de um aumento de quanto? Cem graus?</p>
<p>- Não. 10 graus no máximo.</p>
<p>- Dez graus não me parece muito problemático. Visto que depois de resolvermos os problemas do aquecimento global, as temperaturas médias desceram uns 12 graus.</p>
<p>- Lembra-se de lhe ter falado no sistema de produção energética americano, e que este para funcionar tão bem como lhe era pedido, tinha de ter a meteorologia a seu favor?</p>
<p>- Sim. Mas essa era parte do sistema, certo?</p>
<p>- Sim, era parte do sistema. O que certamente não sabe é que nas regiões onde estavam as placas fotovoltaicas as temperaturas eram quase críticas, para alguns dos componentes. Também a força a que o vento tinha a passar nos geradores eólicos, tem em parte o controlo da variação da temperatura. Estou a fazer-me claro?</p>
<p>- Sim, até agora&#8230;</p>
<p>- Pois bem, com um acréscimo de 10 graus na temperatura dessas regiões levou a uma calamidade. Os componentes mais sensíveis dos painéis derreteram e inviabilizaram-nos. Como o sistema era automático tentou aumentar a produção dos aerogeradores, como era comum fazer durante a noite, só que com maior intensidade. Contudo o computador do sistema, não estava programado para parar as velocidades do vento ao máximo dos geradores. Quando o vento atingiu os 550 Km/h os geradores desfizeram-se. Por fim, como o sistema funcionara tão bem, ninguém armazenava energia, visto que o sistema conseguia produzir continuamente por hora o triplo da energia consumida no mundo em dois meses. E sabe o que depende da electricidade?</p>
<p>- Carros, electrodomésticos, lâmpadas, e muitos outros.</p>
<p>- Qual foi tida como a terceira revolução industrial?</p>
<p>- Os computadores?</p>
<p>- Sim. E entre os milhares de operações que os computadores controlavam no seu tempo, que era praticamente tudo, estavam os sistemas prisionais de todo o mundo. Imagina o que se seguiu?*</p>
<p>- Bem, houve uma aposta das forças policiais em recapturar os prisioneiros?</p>
<p>- Instalou-se o caos. Sem qualquer forma de punição numa questão de horas, hordas de criminosos derrubaram sistematicamente todos os governos. Instaurando-se como líderes tribais em regime de  despotismo. A medida que as vontades revolucionárias das massas aumentavam, os líderes tribais tentavam aumentar a alegria dos seus servos com conquistas e mortes. A medida que continuavam neste ciclo vicioso de morte e caos, um grupo deles acabou por libertar de laboratórios de alta segurança alguns dos piores vírus e parasitas que haviam sido criados para casos de guerra biológica pelo governo russo. Os ratos da terra, são um exemplo do que acontece a quem for exposto a um dos milhares de vírus libertados.</p>
<p>- Meu Deus. Mas afinal, como é que vocês se livraram?</p>
<p>Antes de começar a falar, o presidente moveu-se para a luz. Onde o capitão podia observar um homem velho com aspecto cansado, e cheio de cicatrizes pelo corpo.</p>
<p>- Nós não nos livramos, Capitão Oliveira. Ninguém se livrou. E não foram só as novas doenças que apareceram, a libertação de radiação dos resíduos nucleares levou a mutações genéticas quase indescritíveis. Por exemplo, o meu povo tem uma esperança média de vida de 35 anos. Porque os nossos corpos estão capacitados para terem menos órgãos que o seu. Só temos um pulmão e um rim. Além de que estes como os restantes não duram muito. A poluição feita pela sua civilização entranharam mercúrio e outros metais pesados em demasiados reservatórios de água, e por isso somos ainda mais frágeis, além de que já nascemos com parasitas.</p>
<p>Voltando para a escuridão, continua:</p>
<p>- Sabe quantos anos eu tenho?</p>
<p>- Não sei&#8230; pelo que me disse&#8230; 30 anos?</p>
<p>- Pensa que com uma esperança de vida de 35 anos nós chegamos a velhos?</p>
<p>- Não sei&#8230; quer dizer&#8230;</p>
<p>- Não. Simplesmente não chegamos. Mas eu sou velho como pode observar. E se eu lhe dizer que tenho 137 anos solares. Acharia isso muito?</p>
<p>- Não pode&#8230;</p>
<p>- Posso. Desde que tenha órgãos novos a cada década, e não imagina o quão doloroso as operações são em anestesia. Os médios esperam que eu não sobreviva mais de três operações devido as dores. Contudo, veio ter as minhas mãos uma salvação temporária. Você. Com um corpo perfeitamente saudável, e em certos casos o dobro dos órgãos que possuo. Pode prolongar os meus dias na Terra durante muito mais tempo. E por esta altura penso que já sabe o que pretendo. No seu lugar obedecia-me, não vejo por onde tenha alternativa. Tenho a mansão recheada de guardas, irá juntar-se a mim quer queira quer não.</p>
<p>Com a adrenalina no rubro, o Capitão Oliveira, começa a pensar no seu futuro penoso numa sala de operações em que os órgãos lhe seriam removidos sem qualquer alívio de dor. Ocorreu-lhe um <em>flash</em> de puro instinto, que lhe deu uma última esperança. Correu para a uma das janelas de vidro escuro, fechou os olhos e saltou. Ao partir o vidro e enquanto caía, ainda por entre o som dos estilhaços de vidro conseguiu ouvir o presidente aos berros a chamar os seus guardas.</p>
<p><em>*Se não fosse um dos actos do George Carlin eu nunca teria conseguido sair-me com esta. </em></p>
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		<title>Mixtape #2</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 22:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[David Gilmour]]></category>
		<category><![CDATA[Eloy]]></category>
		<category><![CDATA[José Cid]]></category>
		<category><![CDATA[Kate Bush]]></category>
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		<category><![CDATA[Pink Floyd]]></category>
		<category><![CDATA[Queen]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sei que disse que só ia publicá-la para a semana, mas está-me a querer parecer que não o vou puder fazer, e pelo sim pelo não, já aqui. Tudo o que foi dito para a anterior está dito para esta. Resumidamente, feita para uma cassete de 60 minutos, 30 em cada lado, e essencialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sei que disse que só ia publicá-la para a semana, mas está-me a querer parecer que não o vou puder fazer, e pelo sim pelo não, já aqui. Tudo o que foi dito para a <a href="http://perspectivas-abertas.org/musica/mixtape-1/">anterior</a> está dito para esta. Resumidamente, feita para uma cassete de 60 minutos, 30 em cada lado, e essencialmente a base de Rock Progressivo. Esta ainda foi parcialmente editada com o <em>Audacity</em>.</p>
<p>A diferença está que desta vez tentei, e repito, tentei criar um &#8220;meio conceito&#8221;, ou seja fazer com que cada lado tenha uma dita influência musical. Por outras palavras a ideia desta vez era meter o <em>Side A</em> com músicas recheadas de teclados e o B com músicas acústicas. Tenho a dizer que falhei redondamente em ambos. Perco-me sempre e fujo demasiado a ideia inicial, e depois acabo com qualquer coisa que gosto e já não me atrevo a mexer-lhe.</p>
<p>Side A:</p>
<p>00:00 &#8211; Running up that Hill &#8211; Kate Bush</p>
<p>05:00 &#8211; Learning to Fly &#8211; Pink Floyd</p>
<p>09:51 &#8211; Assassing &#8211; Marillion</p>
<p>16:54 &#8211; Point of No Return &#8211; Eloy</p>
<p>21:52 &#8211; Fuga para o Espaço &#8211; José Cid</p>
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<p>Side B:</p>
<p>00:00 &#8211; Man of a Thousand Faces &#8211; Marillion</p>
<p>07:31 &#8211; There&#8217;s No Way Out of Here &#8211; David Gilmour</p>
<p>12:39 &#8211; &#8216;39 &#8211; Queen</p>
<p>16:14 &#8211; Babooska &#8211; Kate Bush</p>
<p>19:41 &#8211; Sheep &#8211; Pink Floyd</p>
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		<title>Georgia, porque sim</title>
		<link>http://perspectivas-abertas.org/weblog/georgia-porque-sim/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 21:41:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web Log]]></category>
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		<category><![CDATA[Georgia]]></category>
		<category><![CDATA[Opera]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem chegou hoje e é leitor habitual já notou que fiz algumas modificações no tema do blog, algo muito comum como alguns já devem saber. Desta vez meti-o mais parecido com o tema original, o Manifest, que eu limitei-me a modificar algumas coisas, ainda estou para fazer mais algumas. Uma das mais óbvias foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem chegou hoje e é leitor habitual já notou que fiz algumas modificações no tema do <em>blog</em>, algo muito comum como alguns já devem saber. Desta vez meti-o mais parecido com o tema original, o <em><a href="http://jimbarraud.com/manifest/">Manifest</a></em>, que eu limitei-me a modificar algumas coisas, ainda estou para fazer mais algumas. Uma das mais óbvias foi ter começado a usar o tipo de letra <em>Georgia</em> para tudo, o <a href="http://bitaites.org/pessoal/coisas-do-blogue/tipograficamente-sou-um-vira-casaca">Marco</a> chama-lhe a <a href="http://perspectivas-abertas.org/wallpapers/para-recuperarem-do-hotlinking/">Scarlett Johansson</a> das fontes, não vou tão longe, mas tenho de admitir que se lê muito melhor que um <em>Times Roman</em> ou um <em>Liberation Serif</em>.</p>
<p>No fim dos <em>posts</em> podem ver que lhe meti um paginador, para vos facilitar a vida não vá estragarem-se. Descobri também uma das razões porque este <em>blog</em> tem tão poucas visitas de utilizadores do <em>Internet Explorer</em>. É que pelos vistos o tema que uso trás um qualquer coisa,  e não é um erro como diz o autor original, é uma funcionalidade. O resultado desta dita funcionalidade pode ser vista no <em>screenshot</em> abaixo:</p>
<p><a href="http://www.divshare.com/download/10538494-f99"><img style="border: 0px none currentColor;" src="http://www.divshare.com/img/10538494-f99.png" border="0" alt="" width="600" /></a></p>
<p>E não, não vou fazer absolutamente nada para modificar o aspecto dele no <em>IE 6</em>. Porque pelo menos, no mínimo dos mínimos já deviam ter tido a esperteza para actualizar para uma nova versão deste. Ou fazer aquilo que recomenda a mensagem a vermelho: Arranjar um navegador que realmente funcione bem, tipo o <a href="http://opera.com/"><em>Opera</em></a> ou o <a href="http://mozilla.com"><em>Firefox</em></a>.</p>
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		<title>Imprensa, a última do Elton John e outras divagações</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 22:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagações]]></category>
		<category><![CDATA[24 Horas]]></category>
		<category><![CDATA[Elton John]]></category>
		<category><![CDATA[Mass Media]]></category>
		<category><![CDATA[Pink Floyd]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho que definitivamente que a imprensa nacional está fora de controlo, os gajos passaram-se de vez. Esta minha afirmação pode não parecer grande coisa, mas como felizmente sou um &#8220;ninguém&#8221; posso fazê-la descansado, se fosse alguma forma de figura pública os gajos iam já procurar qualquer coisa no meu passado para de certa forma me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que definitivamente que a imprensa nacional está fora de controlo, os gajos passaram-se de vez. Esta minha afirmação pode não parecer grande coisa, mas como felizmente sou um &#8220;ninguém&#8221; posso fazê-la descansado, se fosse alguma forma de figura pública os gajos iam já procurar qualquer coisa no meu passado para de certa forma me lixar. Lixar em outras palavras significa criação de ataques pessoais, calúnias ou simples humilhações.</p>
<p>Deixei de ver telejornais porque a quantidade de informação mal informada era tanta que me doía a cabeça antes de começarem os primeiros anúncios publicitários. A quantidade de informação <em>biased</em> chega a ser tanta que a minha melhor tentativa de fazer um artigo influenciado não chega aos calcanhares de alguns jornalistas. Eles não são <em>biaser</em>s, são profissionais, até vou mais longe, chamo-lhes artistas. Não é uma forma de arte muito bonita, mas não vejo maneira mais simpática de o dizer.</p>
<p>A quantidade de informação irrelevante é tanta que quase, ainda estão para o fazer, conseguem fazer um jornal inteiro cheio de futilidades. Por acaso o 24 Horas anda lá muito perto, com a determinação deles, qualquer dia chegam lá, e prevejo-o no futuro muito próximo. É incrível saber-se que tal jornal é monárquico e que tal jornal é republicano, isto nunca poderia acontecer num mundo perfeito, ou pelo menos num mundo em que as coisas funcionam com o mínimo de razão. Mas por outro lado, também podem dizer que se não fossem estes jornais com aroma, a informação seria toda igual e assim seria mais fácil criar-se censura.</p>
<p>Aí está outra peça de qualidade que está na moda. Censura. Temos uma série de Jornais e algumas personalidades que se queixam de ser alvo de censura. Mas reparem na ironia mágica disto, queixam-se pela imprensa que são alvo de censura, no mínimo hilariante. Por falar na censura, gostava que me dissessem o que aconteceu aquela coisa a que se chama de Segredo de Justiça, pelos vistos já não existe. Da próxima vez que arrumarem com uma coisa como esta, pelo menos avisem, para um gajo estar preparado.</p>
<p>As capas dos jornais reflectem bem a situação neurótica a que isto chegou. Um saltinho a este post do <a href="http://armpauloferreira.blogspot.com/"><em>ArmPauloFerreira</em></a>, dá para ver do que estou a falar. Tudo capas sensacionalistas, para atrair clientela, estes gajos venderam-se todos, se bem que alguns pouco tinham já para ser vendido. Já agora o que vem a ser &#8220;O Diabo&#8221;, dito <em>Jornal Independente</em>? Será que só sou eu a encontrar uma adorável semelhança com a <em>Corneta do Diabo</em>, um jornal ao estilo super sensacionalista do livro &#8220;Os Maias&#8221;? Pelos vistos as críticas do Eça ainda se aplicam hoje.</p>
<p>As vezes pergunto-me até que ponto a futilidade consegue chegar. Vou dar um exemplo de algo que seria notícia choque, se tivesse acontecido actualmente. Esta é uma coisa que normalmente só os fãs ou interessados nos <em>Pink Floyd</em> sabem. Remonta ao dia 6 de Julho de 1977, o último concerto da <em>Tour</em> do álbum <em>Animals</em> do mesmo ano, em Montreal no Canadá. Parece que as pessoas mal habituadas aquele tipo de evento, enfiaram-se dentro do estádio horas antes do concerto começar. Durante a espera, passou-lhes uma magnífica ideia pela cabeça: &#8220;Bora mas é beber cerveja.&#8221;</p>
<p>Pelos vistos a segurança do estádio era tão excelente que eles deixavam entrar o pessoal com garrafas de vidro, e outros extras. Durante o concerto, salvo erro, na música <em>Pigs </em><em>(Three Different Ones)</em> um gajo que estava a assistir atirou uma das ditas garrafas de vidro para o palco. Pelos vistos, isto chateou o Roger Waters, na altura tido como o líder da banda, e que era o principal letrista e vocalista, e claro, homem do baixo. Então segundo reza a história, virou-se para a plateia, em especial para o malabarista de garrafas, e chamou-o: &#8220;Come here boy.&#8221; As gentes levantaram-no e quanto o tipo estava no ar o Waters mandou-lhe um escarro.</p>
<p>Quase que posso sentir, que alguns estão um bocado chocados, existe aqui uma ironia, porque na música Dogs do mesmo álbum nas letras finais desta existe uma &#8220;linha&#8221; interessante: <em>Who was trained not to spit in the fan</em>. Pergunto-me o aparato que uma situação destas teria feito se acontecesse nos dias que correm. Suficiente para capa de Jornal? Talvez, nem fosse preciso tanto.</p>
<p>Vamos agora para o Elton John. Toda a gente sabe que ele é homossexual, ainda assim teimam em lembrar-nos a toda a hora. Já agora eu sei que alguns de vós não sabem que ele também é maluco, em ambos os sentidos da palavra, o bom e o mau. Não acreditam? Pelos vistos ele acredita que &#8220;Jesus era gay&#8221;, pelo menos é o que diz o <a rel="nofollow" href="http://www.ionline.pt/conteudo/47545-elton-john-jesus-era-gay"><em>iOnline</em></a>. Já agora, ainda estou para descobrir quem é o &#8220;Michael <span style="text-decoration: underline;">Jacson</span>&#8220;, está bem, desta vez fui mauzinho&#8230;</p>
<p>Voltando ao mister Elton, com esta coisa podemos chegar a duas conclusões. Primeiro ele até era capaz de conseguir fundar uma seita a pala disto. Segundo os músicos só deviam abrir a boca para cantar, ou para falar sobre música, porque quando se esticam acontecem episódios como este. Existem duas coisas na história do Messias católico, que me lixam seriamente. A primeira é o facto da mãe viver com um homem, e esta ser virgem. A segunda é a de que o José não se importou quando a ouviu dizer que Deus lhe fez um filho. O Elton John está-se a esquecer de uma personagem deveras importante, a senhorita Madalena. Perguntem a Madalena se o Cristo era gay. Obviamente, que já não o podemos fazer. Por isso, é que o Elton John pode dizer o que quiser sobre este assunto, mesmo que não faça sentido.</p>
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		<title>Sempre é melhor que um GreetBox</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 18:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Wallpapers]]></category>
		<category><![CDATA[Keeley Hazell]]></category>
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		<title>GreetBox uma boa tanga</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 15:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>

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De certeza que por esta altura já foram presenteados com alguma destas mensagens ou outras do género, actualmente até já existe uma porcaria destas para o Twitter. Meus caros, esta heresia chamada WP-GreetBox que é um dos plugins mais famosos do Wordpress, é provavelmente o pior plugin que podem instalar.
Se pensam que é por usar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://i909.photobucket.com/albums/ac292/MiguelPG/wpgreetbox.png" alt="" width="601" height="222" /></p>
<p>De certeza que por esta altura já foram presenteados com alguma destas mensagens ou outras do género, actualmente até já existe uma porcaria destas para o <em>Twitter</em>. Meus caros, esta heresia chamada <a href="http://omninoggin.com/projects/wordpress-plugins/wp-greet-box-wordpress-plugin/" rel="nofollow"><em>WP-GreetBox</em></a> que é um dos <em>plugins</em> mais famosos do <em>Wordpress</em>, é provavelmente o pior <em>plugin</em> que podem instalar.</p>
<p>Se pensam que é por usar isto que o pessoal vai subscrever <em>Feeds</em> ou fazer <em>retweets</em>, não vão longe. Sabem, as pessoas que vão subscrever a <em>feed</em>, vão fazê-lo de qualquer das maneiras, não precisam de uma maldita mensagem a aparecer a convidá-las para isso. Não imaginam o quão chato é andar a procura de qualquer coisa pelo <em>Google</em>, e mamar com a mensagem que está ali em cima. Primeiro, porque se um gajo encontrou a página pelo <em>Google</em> em 90% dos casos não encontrou o que quer, por causa destas novas merdas do <em>SEO</em>. Segundo, mesmo que encontre o que quis, deixem-me contar-vos uma realidade muito dura, o mais provável é nunca mais aparecerem lá.</p>
<p>No que me toca, sempre que me aparecem umas prendinhas destas ao clicar num <em>link</em>, a minha primeira vontade é nunca mais lá aparecer. Toda gente já enfiou um gigantesco botão com um link para o <em>RSS</em>, não precisam de forçá-lo. Quanto ao <em>Twitter</em>, aposto que na maioria dos casos as pessoas abriram o atalho num novo separador, e se quiserem fazer um <em>retweet</em> não precisam de instruções na página que têm aberta. Honestamente, removam lá esta coisa, é chato que chegue e sobre. E se por acaso alguma vez te apareceu uma coisa destas e tiveste vontade de fazer alguma das coisas que te aparecem nas caixas, mata-te. Ou pelo menos desafia o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Uwe_Boll">Uwe Boll</a> para um combate.</p>
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		<title>Piada semi-gráfica</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 14:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<title>Comparações Temporais #3: Laurence Fishburne</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 11:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Laurence Fishburne]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://i909.photobucket.com/albums/ac292/MiguelPG/lfish.png" alt="" width="600" height="240" /></p>

<table id="wp-table-reloaded-id-3-no-1" class="wp-table-reloaded wp-table-reloaded-id-3">
<thead>
	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">1979</th><th class="column-2">2009</th>
	</tr>
</thead>
<tbody>
	<tr class="row-2 even">
		<td class="column-1"><b>Filme mais conhecido:</b> Apocalypse Now</td><td class="column-2"><b>Filme mais conhecido:</b> Matrix</td>
	</tr>
	<tr class="row-3 odd">
		<td class="column-1"><b>Personagem:</b> Tyrone "Mr. Clean" Miller</td><td class="column-2"><b>Personagem:</b> Morpheus</td>
	</tr>
	<tr class="row-4 even">
		<td class="column-1"><b>Papel:</b> Queima balas.</td><td class="column-2"><b>Papel:</b> Detector de messias.</td>
	</tr>
	<tr class="row-5 odd">
		<td class="column-1"><b>Mais conhecido por:</b> O preto margicelas.</td><td class="column-2"><b>Mais conhecido por:</b> O preto do Matrix.</td>
	</tr>
	<tr class="row-6 even">
		<td class="column-1"><b>Filmes:</b> 3.</td><td class="column-2"><b>Filmes:</b> 50+.</td>
	</tr>
</tbody>
</table>

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