Mixtape #1
Sim, porque também tenho direito a chatear-vos com as minhas manias musicais. Na verdade esta é uma mixtape no sentido literal, é que na realidade como não estou para comprar um autorádio novo todo moderno com leitor de MP3, tenho de me manter com um velho leitor de cassetes. Já a tenho esta gravada numa cassete de 60 minutos, e na verdade até já tenho a segunda gravada, mas como eu sou um sacana que não pode desperdiçar a oportunidade de transformar um post em dois, vou fazê-lo.
Primeiro, não sei até que ponto é que merece a pena, o pessoal desse lado não parece querer saber muito das músicas que tenho metido para aí, no tipo música + imagem. Dizer que não parecem querer saber muito até é elogiar, ainda estou a espera de um comentário relativo as músicas, por isso já percebem porque tenho uma certa relutância em fazer isto. Sim, como podem ver também não resisto a queixar-me ocasionalmente…
Como já disse esta foi feita para uma cassete de 60 minutos, como as cassetes têm dois lados está dividida em duas partes, uma para o lado A e outra para o B. Quanto as músicas é praticamente só Rock Progressivo, em especial contem com porradas de Pink Floyd, Supertramp, Genesis, e no lado Neo-Progressivo os Marillion, IQ e Arena.
Se querem um conselho relativamente bom para mixtapes os álbuns Breakfast in America e Crime of the Century dos Supertramp estão cheios de material para este tipo de coisa, praticamente todas as músicas dão para meter algures. A Kate Bush tem sempre presença marcada nas mixtapes que já tenho feitas, e a terceira tape está ainda “no forno”.
As transições entre faixas não estão lá muito profissionais, esta ainda foi feita a custo de muita paciência com o Audacity, que actualmente está cheio de bugs e crasha a cada cinco minutos, e por isso as transições entre as faixas é geralmente feita com um fade in e um fade out. A partir de agora passo a usar o Rezound que dá menos problemas, está ainda para me dar chatices, e o compressor deste mete o do Audacity a um canto.
Sem mais tretas eis a tracklist e os players:
Side A:
00:00 – Signs of Life – Pink Floyd
04:19 – The Wake – IQ
08:35 – Keep Talking – Pink Floyd
14:40 – Hide in your shell – Supertramp
21:25 – Won’t Get Fooled Again – The Who
Side B:
00:00 – Carry on Wayward Son – Kansas
05:35 – King of Twilight – Nektar
10:00 – Violin – Kate Bush
13:24 – Sultans of Swing – Dire Straits
19:20 – The Musical Box – Genesis
Só mais uma coisinha, eu sei muito bem que esta não está grande coisa, foi uma experiência, a segunda creio que ficou muito melhor, mas só a meto algures na próxima semana.
PS: Só para o caso de se estarem a interrogar se existe alguma semelhança entre isto que eu estou aqui para fazer e a rádio do Bitaites, é mera coincidência, está bem? Por acaso, eu já tinha feito esta Mixtape antes do Marco ter lançado o primeiro podcast. E mesmo o género sendo diferente ainda recomendo que vão lá dar um saltinho.









É uma coincidência mas a “Signs of life” é dos instrumentais dos Pink Floyd que mais gosto… boa escolha realmente.
Por acaso sinto que sou dos poucos que acha que o Momentary Lapse of Reason um bom álbum, do início ao fim
Quanto as tapes, bem, não estou para queimar muitos destes intros instrumentais porque não tenho muitos na “biblioteca” disponíveis.
Por ter escutado um pouco destas mixtapes (só para escutar um bocado de cada canção -conheço um pouco delas mas da segunda só mesmo os Dire Straits, pois tenho os álbuns todos)… consequência: estou a escutar o a Momentary Lapse of Reason agora.
Há ainda há um óptimo instrumental a retirar desse, o fabuloso “Terminal frost”… e um outro magnifico é a impressionante “Cluster One” do álbum seguinte e derradeiro da banda.
Já que se fala um pouco da fase final dos Floyd…
http://armpauloferreira.blogsp.....-fase.html
Obs: não te admires que ninguém comente os artigos musicais… comigo é praticamente igual.
Bem, o Side A tem músicas relativamente mainstream e conhecidas, em especial o Keep Talking e o Won’t Get Fooled Again. Quanto ao Side B é normal que não conheças, os Nektar são tudo menos conhecidos, e os Kansas são mais conhecidos no país de origem os EUA.
Já agora alguma vez ouviste o Man and the Journey dos Floyd? É um bootleg de um concerto ao vivo em 1969, tem uma série de materiais instrumentais e músicas com títulos “alternativos” de coisas que viriam a tornar-se Careful With that Axe, Eugene, Cymbaline, entre outras. Contudo algumas não foram editadas em mais lugar nenhum. Podes ouvir no Youtube.
E pelos vistos não somos os únicos a não receber comentários nisto…
Por esse título não… mas parece-me que até terei tudo isso. Em matéria de inéditos dos Pink Floyd “apanhei” a colectânea “A Tree Full Of Secrets “ que tem somente 18 CDs (em 10 volumes de material “extra” catálogo). Na altura queria as canções do video das corridas de carros que eles fizeram depois do “Momentary lapse…” e algumas mais como o “Vegetable Man”… foi um enorme bónus mesmo.
Ainda estou para ver o tal Carrera Panamericana, e pelo que já vi (não muito, diga-se) do Tree Full Of Secrets tem boas doses de material. A única coisa que ainda não percebi foi quem lançou e quem se lembrou de fazer essa coisa.
Já agora tens uma versão live do On the turning Away em 1989 que está porreira, também podes ver no Youtube, com o solo que o Gilmour fazia nos anos 80 ao vivo, que depois começou a fazê-lo igual a versão em estúdio, pessoalmente gosto mais desta.
... parecer que não o vou puder fazer, e pelo sim pelo não, já aqui. Tudo o que foi dito para a anterior está dito para esta. Resumidamente, feita para uma cassete de 60 minutos, 30 em cada lado, e ...