Distribuições e extinções

A semelhança do que acontece com as espécies de seres vivos muitos projectos e distribuições de Software Livre/Aberto morrem, a medida que outros nascem e florescem. Entre uma das distribuições que eu considerava mortas estava a Gentoo, contudo lançou uma nova versão, obviamente, com a função de me calar…

Mas nem tudo são rosas, e nem todas as distribuições que entram num estado de via de extinção sobrevivem. Por exemplo uma das distribuições mais vocacionadas para utilizadores novatos era a Mepis, projecto que já há muito está emperrado para não dizer literalmente morto.

A semelhança do Mepis, e por razões não obvias, pelo menos no meu entender, o PCLinuxOS que se manteve meses a fio como a mais usada pelos visitantes do Distrowatch, está numa situação muito semelhante. Não há noticias e não há nova versão agendada.

Contudo não são só os projectos internacionais que sofrem estes colapsos. As nacionais também, dou o exemplo de duas distribuições nacionais que morreram o Tugux e o Linius. O Tugux ainda se compreende, era um projecto independente e obviamente o número de utilizadores devia ser reduzido. A razão apresentada para a morte da distribuição foi a saída de um membro.

O Linius é que me ultrapassa, foi uma distribuição patrocinada pelo Ministério da Justiça e baseada no Caixa Mágica. Para terem uma ideia mais precisa a ultima versão da distribuição chama-se Linius 2006. Apesar do patrocínio dado ao Linius, ele essencialmente morreu, pelo menos de actualizações, e diga-se que é uma pena, pois a ideia era boa.


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